Comissões em defesa da saúde dos trabalhadores crescem no país

Aumentar o número de comissões municipais em defesa da saúde dos trabalhadores está entre os desafios da Comissão Intersetorial da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Cistt), do Conselho Nacional de Saúde (CNS). O esforço tem gerado resultados. De 2013 a 2017, 88 novas comissões passaram a atuar nos estados e municípios.

As comissões têm o propósito de assessorar os conselhos na temática de saúde dos trabalhadores, articulando políticas e programas de interesse para a saúde. A articulação dessas ações envolve áreas compreendidas não só no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), mas em outras interfaces que zelam ou tenham diálogo com a saúde dos trabalhadores.

Segundo o coordenador da Cistt e representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Geordeci Menezes de Souza, o número atual de comissões estaduais e municipais, somam aproximadamente 140 em todo o país. “Ainda estamos muito longe de termos uma Cistt por município, mas temos avançado. Em 2013, éramos somente 52 no total”, avalia.

A expectativa é chegar no 8º Encontro Nacional das CISTs, que será realizado entre 18 a 20 de outubro, em Brasília, com aproximadamente 200 comissões instituídas. Pela primeira vez, o encontro nacional de CISTs será realizado em conjunto com a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), composta por gestores. “Entendemos que, nessa conjuntura adversa, essa é uma oportunidade de aproximar a gestão do controle social e ganhar mais musculatura para defender a política de saúde dos trabalhadores”, avalia Souza.

> Acesse a Cartilha Conheça a CISTT e saiba mais

Seminário em Tocantins

Para reduzir os riscos à saúde dos trabalhadores e fomentar a criação de comissões nos territórios, a Cistt nacional tem participado de diversas atividades pelo país. Na última quarta-feira (23/08), o coordenador da Cistt participou do Seminário de Mobilização e Conscientização de Saúde do Trabalhador, em Tocantins.

Ascom CNS

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *